As orientações sobre automedicação são essenciais para evitar riscos à saúde. A prática, comum entre pessoas que buscam alívio imediato para sintomas, pode trazer consequências graves. Por isso, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) reforça o alerta sobre o uso de medicamentos sem orientação profissional.
Seguindo as orientações sobre automedicação, especialistas destacam que o uso inadequado de remédios pode mascarar doenças, dificultar diagnósticos e agravar quadros clínicos.
De acordo com a médica Bruna Angelis, da Policlínica Oswaldo Cruz (POC), ao tentar resolver sintomas por conta própria, o paciente pode esconder sinais importantes de doenças mais sérias.
“Quando a pessoa utiliza medicação por conta própria, principalmente analgésicos, ela pode encobrir sintomas de algo mais grave. Isso pode atrasar o diagnóstico e o início do tratamento adequado”, explicou.
As orientações sobre automedicação também alertam para o risco de interação medicamentosa, especialmente em pacientes que já fazem uso contínuo de outros remédios.
Outro fator importante é a dosagem. Segundo a especialista, cada organismo reage de forma diferente, exigindo atenção especial em casos envolvendo crianças e gestantes.
“A dose que pode ser adequada para um adulto pode ser perigosa para uma criança ou para uma gestante”, ressaltou.
🏥 Importância do atendimento médico
Seguir corretamente as orientações sobre automedicação inclui buscar atendimento médico sempre que houver sintomas persistentes ou dores intensas.
A recomendação é procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em casos urgentes. Já para acompanhamento e investigação de doenças, o ideal é buscar uma Unidade Básica de Saúde (UBS).
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O secretário da Sesau, Edilton Oliveira, reforçou a necessidade de evitar o uso de medicamentos sem prescrição.
“Estamos trabalhando para fortalecer o SUS, garantindo acesso à saúde com segurança, orientação adequada e cuidado contínuo à população.”

