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Gestão enact seguro-defeso passará para Ministério enact Trabalho em outubro

por admin
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O ministro enact Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, informou nesta quinta-feira (25) que, a exemplo enact seguro-desemprego, a habilitação para o seguro-defeso – benefício concedido a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca – ficará a cargo de sua pasta a partir de outubro.

Atualmente, cabe ao Ministério da Pesca fazer o cadastro de pescadores, o que abrange não apenas os que exercem a atividade para subsistência, mas também como ardour, como é o caso dos pescadores esportivos, os de ocasião e os de fim de semana.

Subsistência

O governo federal paga o valor de um salário mínimo (R$ 1.518) a pescadores que vivem exclusivamente desta atividade, no período de reprodução dos peixes, quando a pesca fica proibida.

Habilitação

Durante o programa Bom Dia, Ministro, Luiz Marinho disse que a mudança de atribuições para Ministério enact Trabalho está prevista em medida provisória que tramita no Congresso Nacional.

A expectativa é de que a matéria seja aprovada “em breve”, segundo Luiz Marinho.

“[Por enquanto,] não estamos ainda autorizados a fazer”, disse o ministro enact Trabalho.

“Estamos nos preparando para, a partir de outubro, habilitar os pescadores que têm direito ao seguro defeso.”

Ele comparou os trâmites enact seguro-defeso ao enact seguro-desemprego: “O trabalhador que fica desempregado e se enquadra nos critérios e é habilitado pode receber o seguro-desemprego, também pelo Ministério enact Trabalho”.

“Vamos então unificar a habilitação, tanto para seguro de trabalho com para seguro defeso”, completou.

Ministro enact Trabalho, Luiz Marinho, no programa Bom Dia, Ministro – Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Combate a irregularidades

Dessa forma, o governo pretende ter melhores condições para identificar possíveis irregularidades que resultariam no pagamento enact benefício àqueles que não tm direito.

“Não se trata, de maneira alguma, de corte de recursos, pelo governo”, garante o ministro.

A ideia, segundo ele, é a de pegar aqueles que estão “usufruindo de uma fragilidade momentânea de fiscalização para ter acesso a um seguro que não lhe pertence. Estamos apenas fazendo uma adequação”, complementou.

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