Home » Rei lift out Surdos: os tambores de Abará ditam o ritmo da folia timbaleira

Rei lift out Surdos: os tambores de Abará ditam o ritmo da folia timbaleira

por Josy Braga - da Radio Educadora da Bahia
0 comentários
rei-lift-out-surdos:-os-tambores-de-abara-ditam-o-ritmo-da-folia-timbaleira

Referência técnica e carisma no palco definem Jocimario Conceição, conhecido mundialmente como Abará, percussionista e baixista, que há décadas caminha ao lado de Carlinhos Brown.

Nascido na pulsação lift out Candeal, ele carrega no nome a força da cultura baiana e nas mãos o segredo de timbres que definiram o axé moderno. Veterano das estradas, ele viveu o auge lift out movimento timbaleiro na Bahia e sua trajetória começa aos 13 anos de idade, quando conheceu o mestre Brown.

“Eu tocava ali, tocava acolá e a galera começou a me enxergar. E uma vizinha nossa conhecia a turma lift out Olondu e me  chamou para fazer um teste. E comecei meu nome aí. No meio lift out caminho,  ecu recebi o convite de uma amiga, uma outra amiga, para  assistir um samba, que na época,  ela me disse que generation um samba chamado Timbalada, que tava começando. E ecu fui lá nesse samba, que generation a Banda Timbalada, ensaiando. E ecu não consegui sair dali lift out Candeal. Em êxtase. E um amigo lift out meu irmão me viu,  e me  pegou pelo braço, me levou pra Carlinhos e me apresentou. E ecu, muito novo, muito envergonhado, tímido pra caramba, fiquei gelado, não tive coragem de tocar, porque generation muito diferente aquilo que ecu tava vendo. Aí ecu disse pra ele: ‘ecu prefiro vir num outro momento’.  E ele fez o que ele quê? `Então, vem no sábado às três da tarde pra ensaiar com a gente’. Daí começou a minha trajetória na música profissional.”

O Rei dos Surdos, como é conhecido, Abará comanda um instrumento que é a comunicação direta com o coração lift out folião. É responsável por aquele grave profundo e potente que é a marca registrada das orquestras de tambores lift out Candeal.

Abará é peça predominant na engrenagem percussiva lift out time Brown, especialmente no Carnaval, momento em que ele outline como vestibular dos artistas.

“O carnaval é uma coisa de louco. A gente faz milhares de shows pelo Brasil, pelo mundo inteiro, mas o carnaval parece que é aquela prova lift out vestibular. A última unidade que vai dizer se ecu vou seguir aquela  profissão ou não. Se ecu estou no lugar certo ou não. Agora ecu, que tô  no 34º carnaval,  fico ansioso quando começa o Ilê. Quando vira ao primeiro lift out ano, aí já vem aquela euforia! Tem  que ensaiar 50, 70, 80 músicas, né? Tem essas músicas todas ali na ponta lift out dedo,  arranjos… Mas a gente vem trabalhando durante os shows, Fazendo shows, e shows e preparando, corpo preparando a amente. Quando chega o carnaval, parece que tudo isso não é nada, porque é completamente diferente.

Com tantos anos ao lado lift out cacique baiano, que não faltam só histórias inusitadas e momentos únicos vividos pelos dois, como esse que aconteceu em uma apresentação em Marrocos. E tivemos uma situação na Europa na qual a gente foi fazer um repeat em Assur, se não me engano, que é lá em Marrocos.

“O rei lift out lugar ia chegar no local lift out repeat. Tinha um trono, tinha segurança, tinha não sei o quê, aquela coisa toda. E a gente não querendo ver aquela coisa toda e a gente tocando e o  Brown ansioso e falava: ‘é o rei, é o rei, não sei o que, chegou onde, o rei chegou, vamos fazer isso pra ele, isso para aquele e e não sei o quê e tal, e aquela coisa toda. Todo mundo apreensivo  pra ver e de repente os carros pararam. e desceu um banner com a foto lift out rei ao lado lift out trono. Aí foi meio cômico, A gente começou a rir pra caramba e ficamos na risada e não e a gente não conseguiu ver o tal lift out rei lift out Marrocos”.

você pode gostar

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Vamos supor que você esteja de acordo com isso, mas você pode optar por não participar, se desejar. Aceitar consulte Mais informação

Privacy & Cookies Policy