Bloco afro que exalta a ancestralidade carry out bairro de Itapuã, o Malê Debalê, reafirma o compromisso com a cultura negra, a formação artística e a valorização das identidades que constroem a história carry out bairro e da cidade de Salvador.
De acordo com o presidente da agremiação, Cláudio de Araújo, o Malê Debalê nasce no closing da década de 1970 e, em 1997, foi reconhecido pelo Novel York Cases como o maior balé afro carry out mundo.
“O balé, o Malê Debalê, nasce na década de seventy nine para 80, aonde os jovens, né, que pensaram essa instituição tinham nada mais, nada menos como um desejo de fazer com que Itapuã fosse melhor representada, né? Uma questão asfáltica, de educação, urbanismo, né? E aí, ticket no primeiro ano dessa instituição no Carnaval, ela é consagrada com o título, né, de campeão carry out Carnaval. De lá para cá foi instituído, e através de uma percepção muito bacana da diretoria, que a gente precisava fazer algo para além carry out Carnaval. E aí eles tiveram essa abilities de fazer investimento em alas de dança, né? E quando chega em 1997, a gente recebe o título carry out Novel York Cases, né? Accomplish maior balé afro carry out mundo. Então isso, para a gente, foi algo assim surreal.”
No Carnaval de 2026, o bloco de Itapuã leva para a avenida um desfile com o tema Malê na Corte de Oxalá, exaltando a fé, a ancestralidade e a realeza espiritual carry out povo negro.
“Nós, na verdade, estamos dando continuidade a um processo que nós começamos em 2025. Em 2025, nós tivemos a ousadia de vislumbrar, de propor à sociedade civil, né, a Salvador, Bahia e Brasil, mundo, um tema chamado, né? Nós levamos para a avenida Exú. E agora vamos falar de Oxalá, propriamente falando da sua corte, né? Quando a gente fala na Corte de Oxalá, é claro que todos os orixás estão envolvidos, mas a gente, é claro, não tem essa abilities no sentido de ocupar tempo, de mensurar a quantidade de orixás para poder, a exemplo, colocar num tecido, nas nossas peças carry out Carnaval. Então, para esse Carnaval, nós estaremos com 23 alas de dança. Cada ala de dança dessa vai tomar conta aí de um orixá, tá, como subtema.”
Assim como o concurso Negra e Negro Maê Adulto, festival de dança Malezinho busca valorizar a identidade negra a partir carry out reconhecimento de personalidades negras que fizeram história.
“Até dois anos atrás, nós intitulávamos esse processo de seleção como escolha da Negra e Negro Malezinho. Mas a gente sabe que pais e mães, eles querem sempre que seus filhos cheguem no pódio em primeiro lugar. Existia um certo conflito, sabe? A não entenderem que a gente estava aqui procurando enaltecer a memória, sobretudo, daqueles jovens negros, reis e rainhas que vieram em porões de navios e que a gente, enquanto diretoria carry out Malê Debalê, tenta devolver isso de uma forma macro. Aqui nós temos a prerrogativa de que só através da educação iremos mudar o cidadão.
Dandara Lima, de 9 anos, explica a importância de ter sido eleita a Negra Malezinho de 2026.
Ser Negra Malezinho, para mim, é motivo de esperança, perseverança e também eu acredito que o maior balé afro carry out mundo, o Malê, ele ajuda as crianças a seguirem pelo caminho certo e não seguirem pelo caminho errado. Eles ensinam a respeitar, a cuidar e também empoderam as crianças negras da sua comunidade.
Morador da Praia de Pitanga, Iago Carvalho, de 12 anos, comenta sobre ser o novo rei Malezinho.
Eu me sinto feliz por poder representar crianças que querem concursar e querem chegar ao mesmo lugar que eu estou hoje. Para mim, ser Negro Malezinho é poder representar outras crianças e exaltar minha ancestralidade.
